Bebês trocados ou retirados da mãe no nascimento, aqui em Manaus tá acontecendo há mais de 10 anos.

Eu venho fazer uma denúncia para todos os brasileiros ricos, ou estrangeiros misturados com mulheres brasileiras.

Ultrassom falsificada: Na Ultrassom eles mentem pra você, dizem que você está grávida de 1 filho, mas na verdade você está grávida de 2 ou 3.

Quando nasce, eles tiram a criança de você e colocam em cima de você e depois eles retiram o outro bebê sem que você veja, você pensa que nasceu só 1 e que o médico está te costurando, na verdade ele está retirando outros filhos de você.

Eu sou testemunha, aqui no prédio da minha mãe eu localizei um menino, que é cópia de duas crianças gêmeas da minha amiga de longa data que teve 3 filhos e não 2. Tiraram o outro filho dela, a novidade é que o menino desapareceu daqui. Ela teve duas gêmeas e 1 menino gêmeo, tri gêmeos.

E isso ocorreu comigo também, encontrei uma cópia idêntica da minha filha, advinhem, a menina também desapareceu daqui.

O Alvo são os ricos, ou todos misturados com estrangeiros brancos. Eles estão separando os filhos da mãe porque eles são Turcos, ou ciganos, eles fazem isso. Vendem acredito ou dão pra outra Turca cuidar.

Observar a linhagem, veja se você e seu marido são parecidos com qualquer outra pessoa famosa, verifique como se parece o filho deles e provavelmente o seu nascerá bastante parecido.

Normalmente as crianças nascem ou a cara do pai ou da mãe, podem também nascer com traços misturados dos dois, mas não vai ser muito longe disso. Se for muito diferente, há uma grande possibilidade de ter sido trocado.

Fato é que a subtração dos filhos ocorre nas maternidades.

Desconfiar muito quando dizerem pra você que o bebê nasceu morto, pois fato é, que pode estar somente anesteziado, também sem que você tenha visto.

#Eu recomendaria a todas as mulheres a terem partos em casa ou exigir ter testemunhas com câmera ou filmadoras no ato do nascimento. Nunca sozinha em uma sala particular.

Bart Bear

You will gonna die, never play with the Saint Spirit of God. Remember what God said. Your lies will be spread for the entire world. I will pray for it. Because, i serve a Powerful God. And, there is no one like Him. You cannot run forever. That’s the truth. And, you cannot justify your crimes anymore.

Blake Lively, The shallows

This is a very interesting lesson. I watched this movie on Netflix a time ago and i was very shocked and surprised. First you see Blake Lively like a superficial girl, but when she goes inside the sea and fight with a shark, you get very inspired by her courage. I was thinking what’s wrong with this shark, why he is so agressive, he is not letting her go… It did not settle down till the limit where he could kill her. He killed three other people who tried helped her, but he was unsuccessful because in the end you discover that God sent her to kill the shark. Be strong, be bold, never give up.

Resolva este problema

Tudo é uma questão de interpretação. Eles sempre dão um jeito de deturpar a própria lei. A nossa Constituição Federal foi criada em 1988, mas o tempo passou, a gente muda de Presidente há cada 4 anos e a gente já esqueceu. Veja o que diz a Constituição.

Direito à propriedade

direito à propriedade, por fim, também está entre os direitos e garantias fundamentais do caput do artigo 5º, CF. Além da previsão da propriedade como um direito de todos, a Constituição prevê que a propriedade deverá atender ao princípio da função social. Assim, dispõem os incisos XXII e XXIII do artigo 5º da Constituição Federal:

XXII – é garantido o direito de propriedade;

XXIII – a propriedade atenderá a sua função social;

Assim como os outros direitos fundamentais, como por exemplo o direito à Vida. É um direito gratuito.

Conclusão: A lei é explícita que cada cidadão tem direito à uma casa de graça garantida pela Constituição Federal, ou seja, não deveriam existir Sem Tetos.

Aqui no Brasil eles financiam 80% do preço do imóvel, ou seja, você paga 20% pro Estado do preço de construção do imóvel e agora exigem que você tenha renda de pelo menos R$1.800 reais pra ser incluído no Direito à ter um imóvel.

Toda a nossa vida é desrespeitada, assim como a carta Magna da Constituição Federal.

Queijos do Brasil

Eu estava verificando as tarifas dos correios e de repente vi que eles estão vendendo um selo chamado queijos do Brasil, é de 2021, mas o que me chamou atenção é que eu não conheço nenhum 😦 . Vamos lá ver o que nós temos a oferecer:

Queijo do Marajó, queijo de manteiga, queijo de coalho, queijo cabacinha do Araguaia, queijo minas artesanal, queijo artesanal paulista, queijo da região do Diamante-SC e queijo artesanal serrano. Eu acrescentei o Amazonas por último.

Queijo do Marajó:

O Queijo do Marajó tem mais de 200 anos de história. Foi introduzido na região com a chegada dos colonizadores portugueses e franceses. Inicialmente era produzido apenas com leite bovino pelas famílias dos fazendeiros descendentes de europeus, sendo bastante consumido em toda a ilha. Com a chegada dos búfalos na região, ocorreu uma expansão e atualmente, o Queijo do Marajó é produzido do leite, originado principalmente de gado bubalino ou por uma composição do leite bubalino e bovino.

O Queijo do Marajó só pode ser fabricado nas condições climáticas e de manejo do rebanho característico da região. Há dois tipos de Queijo do Marajó, o tipo manteiga e o tipo creme. O queijo tipo creme é caracterizado pelo processo de cozimento da massa, denominado de “fritura”, no qual adiciona-se o creme de leite obtido do desnate do leite a ser coagulado. Com as técnicas trazidas pelos europeus, o processo produtivo do queijo tipo creme sofreu mudanças e adaptações, principalmente com o uso da desnatadeira. Já o queijo tipo manteiga é aquele que no processo de cozimento da massa, adiciona-se a manteiga propriamente dita.

A relevância da Indicação Geográfica para o produto Queijo do Marajó é imensa, por ser um diferencial que valoriza e protege a maneira de fazer, a tradição, a cultura, a identidade e agrega valor aos produtos tradicionais, abrindo mercados, promovendo o desenvolvimento econômico da ilha, melhorando a vida dos produtores de leite e de queijo do Marajó além do estímulo aos investimentos na própria zona de produção.

Queijo Cabacinha do Araguaia:

A fama do Queijo Cabacinha do Araguaia se deve ao saber fazer, que é repassado de geração a geração. O famoso queijo é produzido com a mesma qualidade e forma de produzir em 10 municípios, sendo cinco no estado de Mato Grosso e cinco em Goiás. O queijo cabacinha foi declarado patrimônio cultural nos dois estados.

A massa é preparada com várias águas, até obter uma massa lisa e brilhosa. A especificidade está na acidez da massa e no formato do produto. Em seu interior, o queijo cabacinha possui camadas como “a cebola”. O modo de preparo é diferente de queijos cabacinha de outras regiões. Apresenta o sabor do leite mais característico. Quando é frito o queijo fica crocante por fora e cremoso por dentro. O queijo é comercializado congelado e curado. Pelo saber tradicional de fazer, ele é feito manualmente no formato de cabaça e isso confere uma textura diferente de outros queijos conhecidos.

Queijo Minas Artesanal:

O Queijo Minas Artesanal tem sua origem no século XVIII, cultura trazida pelos portugueses que adentraram no território de Minas Gerais em busca de ouro e diamantes. A produção deste queijo deu-se inicialmente em torno dos territórios minerados, para a subsistência das famílias ali instaladas e também para o abastecimento de outras regiões da província assim como para a capital Rio de Janeiro.

São esses grandes arredondados.

Desde então, a produção do Queijo Minas Artesanal se espalhou pelo território mineiro, representando um fator cultural de significativa importância socioeconômica para grande parte das famílias rurais. Esta produção de queijo, mesmo com o advento da tecnologia, não cessa porque se tratar de uma atividade que tem história, pertence ao “modus vivendi” das famílias locais que desde o início da ocupação destes campos viam na fabricação do queijo uma alternativa segura de renda e de sobrevivência. Estima-se que cerca de dez mil famílias se dedicam atualmente à produção deste queijo no estado.

O governo de Minas Gerais reconhece oficialmente oito regiões produtoras do Queijo Minas Artesanal: Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serras do Ibitipoca, Serro e Triângulo.

Queijo de Coalho e Queijo de Manteiga:

O sertão Nordestino já nasceu pecuário, erguendo seus currais e produzindo alimentos para subsistência e para gerar economia local assumindo características próprias regionais, inclusive na forma e receitas alimentares, como os Queijos de Coalho e de Manteiga.

Não se encontram relatos históricos de onde foram criados, quem os fez e quando. O certo é que existem descrições dos viajantes da existência dos queijos sertanejos no fim do século XVII, mesmo que de forma pouco precisa e com algumas contradições, uma vez que os estrangeiros interpretavam à sua maneira os alimentos locais.

O sertanista Pery Lamartine relatava que o Queijo de Coalho era o queijo de consumo da casa e de venda na feira local, ao passo que o Queijo de Manteiga era para “conservação”, produzido para guardar para os longos períodos de seca e também para comercializar em longas distâncias. Na maioria das fazendas os dois eram, e ainda são produzidos juntos e suas histórias são fundidas nestas

terras que, resistem em ser pecuária, valorizando sua cultura alimentar.

Queijo Artesanal Serrano:

A produção de Queijo Serrano ocorre única e exclusivamente nas regiões dos Campos de Cima da Serra de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, sendo um dos produtos típicos dessas regiões que, embora pertençam a dois estados, apresentam características semelhantes em termos de ambiente, cultura e história.

O início de sua fabricação remonta aos primórdios da ocupação desse território, por descendentes de portugueses e, desde então, vem sendo produzido nas propriedades rurais por milhares de produtores que transmitem o seu modo de fazer de geração a geração. Sua fabricação é influenciada pelo ambiente, alimentação do gado e pelo trabalho artesanal do manipulador, sendo considerado um alimento identitário dos habitantes da região.

É um produto artesanal fabricado em pequena escala, identificado por um conjunto de características peculiares, relacionadas ao sabor, aroma e textura, feito com leite bovino, cru e integral, em sua maioria de vacas de corte que se alimentam das pastagens nativas.

Além da importância econômica, muitas famílias produzem o queijo por uma questão cultural, pois aprenderam com seus antepassados e produzi-lo é uma necessidade do cotidiano. Primeiro queijo com Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem do Brasil.

Queijo da Região do Diamante:

O queijo Diamante é um queijo de tradição colonial, produzido por aproximadamente 25 famílias, em pequenas comunidades rurais do município de Major Gercino, Santa Catarina, sendo a principal delas a comunidade de Diamante. Parte da tradição queijeira desse povoado se deve aos fortes traços da imigração europeia, especialmente de alemães, italianos e poloneses.

Trata-se de queijo produzido com leite cru, a uma altitude média de 700 metros, conferindo-lhe características especiais, influenciadas pela temperatura, umidade e suas pastagens nativas. Possui formato retangular, devido à utilização de formas de madeira de cedro rosa em tamanhos variados. Depois de pronto pode ser curado por um período de 15 a 40 dias. Estas características proporcionam a este queijo muita personalidade e identidade com um sabor suave e uma textura macia. A casca é amarela, resultante da lavagem diária das peças.

Queijo Artesanal Paulista:

Nos últimos anos a cultura queijeira vem crescendo e se difundindo no estado de São Paulo. Uma verdadeira revolução. Os consumidores na capital paulista, cada vez mais exigentes e seletivos, encontraram nos produtores do estado, uma alternativa para atenderem sua demanda.

Diante disso, os produtores paulistas foram em busca de ensinamentos, técnicas, e processos de fabricação – alguns foram buscar conhecimentos fora do país, outros desenvolveram seu próprio método de fabricação, outros tantos resgataram tradições às vezes esquecidas enraizadas no seio familiar.

Nesse mix de técnicas, surge o Queijo Artesanal Paulista – uma sinergia entre produtores de diversas regiões do estado, cada um com suas características, história, rebanho, mas sempre com o mesmo propósito – levar ao consumidor produtos elaborados com técnica, qualidade e muito sabor.

O Queijo Artesanal Paulista é por si só um grande atrativo, ele é desafiador e único. Cada produtor coloca em seu queijo o seu DNA, a sua história, a dedicação diária do homem e da mulher do campo.

O queijo artesanal paulista é inovador.

Atualmente são mais de 300 variedades de queijos produzidos no estado de São Paulo, em queijarias artesanais localizadas em diversos municípios gerando renda e fortalecendo o turismo rural no estado.

Queijo Coalho de Autazes, Amazonas.

Embora não haja ainda um consenso do ano exato em que ele teria surgido, pesquisadores indicam que o queijo de coalho exista há pelo menos 150 anos. No sertão nordestino, era comum boiadeiros fazerem longas viagens carregando consigo insumos para enfrentar as muitas horas pelo caminho.

O queijo coalho é tradição no Amazonas há mais de 30 anos. “O queijo coalho de Autazes é uma marca do município, reconhecida em todo o estado do Amazonas. É um queijo feito de forma artesanal, familiar.

A cidade que é o município produtor do queijo, é conhecido como a Terra do leite. Economicamente para o município, o laticínio já é uma marca da região. “A base econômica do município é bacia leiteira que produz muito leite e queijo. E nós temos uma marca muito forte que é o Queijo de Autazes.

O queijo original e bom tem de ser branco, macio e meio salgadinho. Uma delícia!

Autazes ganhou a quinta queijaria flutuante, características regional do Amazonas e dentro da agricultura familiar.

Situation in Chernihiv, Ukraine

Yulia from Chernihiv is asking for help, she says that they cannot leave the city, that there is no green coridor, this means, no way out.

Sobre Cálculo de Preços e Arrecadação tributária, Brasil está acima da média com 36%. O ideal seria tributação de 20%.

Estou estudando desde que cheguei aqui o nível de inflação sobre os produtos. A variação é mensal. Não há preços fixos dos produtos no supermercado. Há fraude nas balanças e as variações pra cima criadas nos bairros também demonstra que as pessoas não tem noção de como calcular o preço de venda. O preço do kilo do Tomate encontrei no bairro de R$18.00 e R$12,00. No supermercado o preço é de R$6.99.

O correto seria que nos bairros os preços fossem mais baratos que nos supermercados, pois a maioria não paga os impostos e taxas pagos pelos supermercados, como por exemplo grande número de funcionários, energia, aluguel, água.

Um dado interessante sobre a Tributação do nosso país:

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) realiza periodicamente estudo
sobre a carga tributária brasileira, tendo verificado que, em 2011, o PIB foi um pouco
maior que 4 trilhões, e que a arrecadação tributária chegou a quase 1,5 trilhão de reais,
o que implicou uma carga tributária de 36,02% do PIB. Segundo o mesmo instituto, em
2012, a arrecadação foi ainda maior, chegando a 1,59 trilhão de reais, equivalentes a
36,27% do PIB.

Ou seja, os preços para alimentação, vestuário, energia, água estão muito altos. Deveria ser pelo menos 50% mais barato.

Há um erro de cálculo de preços. Se há alguém ganhando nos preços é dentro do próprio Brasil, na Europa os preços dos produtos não são caros. Brasil não é grande importador, ele produz praticamente tudo na sua cadeia de abastecimento, pra piorar, os donos de supermercado compram em Atacado, o que sai mais barato ainda. O preço de venda para o consumidor deveria despencar.

Todos os envolvidos na Cadeia de Abastecimento deveriam consertar os seus preços. Começando pelo preço do Aluguel de imóvel. O menor sem dúvida é o salário mínimo, que pelos padrões da economia brasileira o salário mínimo deveria ser pelo menos R$2.500 reais.

Brasil um país sem Sapatos

Eu fui comprar um tênis pra mim, que eu destruí o meu atual pros ciganos não roubarem, eu pintei ele antes de vir e não gostei do resultado. 🙂 Ele é ótimo, é bem leve, flexível e semi ortopédico. É desenhado pro pé. A paumilha também é feita no formato adequado pra modelar o pé.

Eu comprei um tênis na C&A que dentro é reto, ele não tem uma certa elevação que favoreça a coluna, ou seja, sinto dores na hora de andar, quase destruiu meu pé. Na loja eu não consegui identificar que seria tamanho o prejuízo, mas eu quis arriscar. Tô impressionada porque experimentei três modelos e os três não gostei. Se você quer um tênis da C&A tem que desenbolsar pelo menos R$100.00 e os de R$100,00 também são estranhos. Não tem bom design e nem conforto. Os sapatos de todas as lojas são até bonitos por fora mas na hora de andar causa dano ao seu corpo. Há algo errado. Estão nos vendendo produtos que causam danos à nossa saúde. O Brasileiro não tem consciência do que é um bom tênis ou bom sapato. Isso é fato. Deveria ser feitos testes na indústria de pelo menos 1 semana com cada modelo para ver o resultado, se não fosse de acordo, nem produziria por exemplo. Deveria se ter uma Agência reguladora para a produção de calçados, seja importados da Turquia ou China.

Na Bulgária acontecia isso comigo também, eu experimentava vários, mas o bom era raro de se encontrar. Não é tanto o preço porque até os caros não eram confortáveis por dentro. Os sapatos de lá eram importados da Turquia. Comprei uma bota estilo Cartepillar que pode ser usada no outono/inverno, depois que começei a usar constatei que o solado do sapato veio fraudado, no inverno eu poderia cair no gelo e até quebrar a coluna por exemplo.

Fica aí a dica pra se rever toda essa indústria de produtos que não servem. Os compradores também tem de ficar alertas. Imagina limpar todo esse lixo de Sapatos que temos no País, milhões de sapatos que só machucam os pés. Indústria de Sapatos Sadomasoquista.

#Never enough

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