Queijos do Brasil

Eu estava verificando as tarifas dos correios e de repente vi que eles estão vendendo um selo chamado queijos do Brasil, é de 2021, mas o que me chamou atenção é que eu não conheço nenhum 😦 . Vamos lá ver o que nós temos a oferecer:

Queijo do Marajó, queijo de manteiga, queijo de coalho, queijo cabacinha do Araguaia, queijo minas artesanal, queijo artesanal paulista, queijo da região do Diamante-SC e queijo artesanal serrano. Eu acrescentei o Amazonas por último.

Queijo do Marajó:

O Queijo do Marajó tem mais de 200 anos de história. Foi introduzido na região com a chegada dos colonizadores portugueses e franceses. Inicialmente era produzido apenas com leite bovino pelas famílias dos fazendeiros descendentes de europeus, sendo bastante consumido em toda a ilha. Com a chegada dos búfalos na região, ocorreu uma expansão e atualmente, o Queijo do Marajó é produzido do leite, originado principalmente de gado bubalino ou por uma composição do leite bubalino e bovino.

O Queijo do Marajó só pode ser fabricado nas condições climáticas e de manejo do rebanho característico da região. Há dois tipos de Queijo do Marajó, o tipo manteiga e o tipo creme. O queijo tipo creme é caracterizado pelo processo de cozimento da massa, denominado de “fritura”, no qual adiciona-se o creme de leite obtido do desnate do leite a ser coagulado. Com as técnicas trazidas pelos europeus, o processo produtivo do queijo tipo creme sofreu mudanças e adaptações, principalmente com o uso da desnatadeira. Já o queijo tipo manteiga é aquele que no processo de cozimento da massa, adiciona-se a manteiga propriamente dita.

A relevância da Indicação Geográfica para o produto Queijo do Marajó é imensa, por ser um diferencial que valoriza e protege a maneira de fazer, a tradição, a cultura, a identidade e agrega valor aos produtos tradicionais, abrindo mercados, promovendo o desenvolvimento econômico da ilha, melhorando a vida dos produtores de leite e de queijo do Marajó além do estímulo aos investimentos na própria zona de produção.

Queijo Cabacinha do Araguaia:

A fama do Queijo Cabacinha do Araguaia se deve ao saber fazer, que é repassado de geração a geração. O famoso queijo é produzido com a mesma qualidade e forma de produzir em 10 municípios, sendo cinco no estado de Mato Grosso e cinco em Goiás. O queijo cabacinha foi declarado patrimônio cultural nos dois estados.

A massa é preparada com várias águas, até obter uma massa lisa e brilhosa. A especificidade está na acidez da massa e no formato do produto. Em seu interior, o queijo cabacinha possui camadas como “a cebola”. O modo de preparo é diferente de queijos cabacinha de outras regiões. Apresenta o sabor do leite mais característico. Quando é frito o queijo fica crocante por fora e cremoso por dentro. O queijo é comercializado congelado e curado. Pelo saber tradicional de fazer, ele é feito manualmente no formato de cabaça e isso confere uma textura diferente de outros queijos conhecidos.

Queijo Minas Artesanal:

O Queijo Minas Artesanal tem sua origem no século XVIII, cultura trazida pelos portugueses que adentraram no território de Minas Gerais em busca de ouro e diamantes. A produção deste queijo deu-se inicialmente em torno dos territórios minerados, para a subsistência das famílias ali instaladas e também para o abastecimento de outras regiões da província assim como para a capital Rio de Janeiro.

São esses grandes arredondados.

Desde então, a produção do Queijo Minas Artesanal se espalhou pelo território mineiro, representando um fator cultural de significativa importância socioeconômica para grande parte das famílias rurais. Esta produção de queijo, mesmo com o advento da tecnologia, não cessa porque se tratar de uma atividade que tem história, pertence ao “modus vivendi” das famílias locais que desde o início da ocupação destes campos viam na fabricação do queijo uma alternativa segura de renda e de sobrevivência. Estima-se que cerca de dez mil famílias se dedicam atualmente à produção deste queijo no estado.

O governo de Minas Gerais reconhece oficialmente oito regiões produtoras do Queijo Minas Artesanal: Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serras do Ibitipoca, Serro e Triângulo.

Queijo de Coalho e Queijo de Manteiga:

O sertão Nordestino já nasceu pecuário, erguendo seus currais e produzindo alimentos para subsistência e para gerar economia local assumindo características próprias regionais, inclusive na forma e receitas alimentares, como os Queijos de Coalho e de Manteiga.

Não se encontram relatos históricos de onde foram criados, quem os fez e quando. O certo é que existem descrições dos viajantes da existência dos queijos sertanejos no fim do século XVII, mesmo que de forma pouco precisa e com algumas contradições, uma vez que os estrangeiros interpretavam à sua maneira os alimentos locais.

O sertanista Pery Lamartine relatava que o Queijo de Coalho era o queijo de consumo da casa e de venda na feira local, ao passo que o Queijo de Manteiga era para “conservação”, produzido para guardar para os longos períodos de seca e também para comercializar em longas distâncias. Na maioria das fazendas os dois eram, e ainda são produzidos juntos e suas histórias são fundidas nestas

terras que, resistem em ser pecuária, valorizando sua cultura alimentar.

Queijo Artesanal Serrano:

A produção de Queijo Serrano ocorre única e exclusivamente nas regiões dos Campos de Cima da Serra de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, sendo um dos produtos típicos dessas regiões que, embora pertençam a dois estados, apresentam características semelhantes em termos de ambiente, cultura e história.

O início de sua fabricação remonta aos primórdios da ocupação desse território, por descendentes de portugueses e, desde então, vem sendo produzido nas propriedades rurais por milhares de produtores que transmitem o seu modo de fazer de geração a geração. Sua fabricação é influenciada pelo ambiente, alimentação do gado e pelo trabalho artesanal do manipulador, sendo considerado um alimento identitário dos habitantes da região.

É um produto artesanal fabricado em pequena escala, identificado por um conjunto de características peculiares, relacionadas ao sabor, aroma e textura, feito com leite bovino, cru e integral, em sua maioria de vacas de corte que se alimentam das pastagens nativas.

Além da importância econômica, muitas famílias produzem o queijo por uma questão cultural, pois aprenderam com seus antepassados e produzi-lo é uma necessidade do cotidiano. Primeiro queijo com Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem do Brasil.

Queijo da Região do Diamante:

O queijo Diamante é um queijo de tradição colonial, produzido por aproximadamente 25 famílias, em pequenas comunidades rurais do município de Major Gercino, Santa Catarina, sendo a principal delas a comunidade de Diamante. Parte da tradição queijeira desse povoado se deve aos fortes traços da imigração europeia, especialmente de alemães, italianos e poloneses.

Trata-se de queijo produzido com leite cru, a uma altitude média de 700 metros, conferindo-lhe características especiais, influenciadas pela temperatura, umidade e suas pastagens nativas. Possui formato retangular, devido à utilização de formas de madeira de cedro rosa em tamanhos variados. Depois de pronto pode ser curado por um período de 15 a 40 dias. Estas características proporcionam a este queijo muita personalidade e identidade com um sabor suave e uma textura macia. A casca é amarela, resultante da lavagem diária das peças.

Queijo Artesanal Paulista:

Nos últimos anos a cultura queijeira vem crescendo e se difundindo no estado de São Paulo. Uma verdadeira revolução. Os consumidores na capital paulista, cada vez mais exigentes e seletivos, encontraram nos produtores do estado, uma alternativa para atenderem sua demanda.

Diante disso, os produtores paulistas foram em busca de ensinamentos, técnicas, e processos de fabricação – alguns foram buscar conhecimentos fora do país, outros desenvolveram seu próprio método de fabricação, outros tantos resgataram tradições às vezes esquecidas enraizadas no seio familiar.

Nesse mix de técnicas, surge o Queijo Artesanal Paulista – uma sinergia entre produtores de diversas regiões do estado, cada um com suas características, história, rebanho, mas sempre com o mesmo propósito – levar ao consumidor produtos elaborados com técnica, qualidade e muito sabor.

O Queijo Artesanal Paulista é por si só um grande atrativo, ele é desafiador e único. Cada produtor coloca em seu queijo o seu DNA, a sua história, a dedicação diária do homem e da mulher do campo.

O queijo artesanal paulista é inovador.

Atualmente são mais de 300 variedades de queijos produzidos no estado de São Paulo, em queijarias artesanais localizadas em diversos municípios gerando renda e fortalecendo o turismo rural no estado.

Queijo Coalho de Autazes, Amazonas.

Embora não haja ainda um consenso do ano exato em que ele teria surgido, pesquisadores indicam que o queijo de coalho exista há pelo menos 150 anos. No sertão nordestino, era comum boiadeiros fazerem longas viagens carregando consigo insumos para enfrentar as muitas horas pelo caminho.

O queijo coalho é tradição no Amazonas há mais de 30 anos. “O queijo coalho de Autazes é uma marca do município, reconhecida em todo o estado do Amazonas. É um queijo feito de forma artesanal, familiar.

A cidade que é o município produtor do queijo, é conhecido como a Terra do leite. Economicamente para o município, o laticínio já é uma marca da região. “A base econômica do município é bacia leiteira que produz muito leite e queijo. E nós temos uma marca muito forte que é o Queijo de Autazes.

O queijo original e bom tem de ser branco, macio e meio salgadinho. Uma delícia!

Autazes ganhou a quinta queijaria flutuante, características regional do Amazonas e dentro da agricultura familiar.

Continua a brincadeira

1 ano quase aqui. A mesma arma que disparou em Abril quando cheguei está disparando um pouco mais longe do nosso prédio. Ou seja, o assassino mudou de apartamento, continua matando por aí. Além da criança abusada pela madrugada. Fui à polícia, a recepcionista é uma cigana. Se recusou a me atender 🙂 TD aparelhado. Daí vinha chegando um índio preso. Os policiais eram ciganos. Eu quis fazer a denúncia mas o rapaz que me recepcionou que é negro disse que lá eu não poderia fazer a denúncia, das crianças índias que estavam concentradas num quarto com uma cigana e outras denúncias, disse que eu deveria me dirigir a outra central. Ele pareceu ótimo mas está assustado, era o único funcionário negro que vi lá.Tá TD uma maravilha esse aparelhamento. Só observo. 🤔

Acabei de resgatar esse bebê jogado na rua na chuva

Alguma alma possuída deve ter jogado não é mesmo? Favor não jogue os animais na rua. Dê a um petshop por exemplo. O meu primeiro gato em Manaus foi adotado de um petshop. Eu tô dando esse filhotinho pra adoção. Ele tomou banho e tá dormindo no colinho da tia. Cute baby ❤️🍼

Situation in Chernihiv, Ukraine

Yulia from Chernihiv is asking for help, she says that they cannot leave the city, that there is no green coridor, this means, no way out.

Just keep Swimming

It might surprise people to know that the word “bikini” was taken by Louis Réard from Bikini Atoll in the Pacific Ocean, where the first atomic bomb test was carried out on July 1, 1946 and 22 subsequent nuclear bombs were detonated.

The bikini was born at a Paris poolside photo shoot on July 5, 1946, a week before Bastille Day and in the midst a global textile shortage. The designer, former engineer Louis Réard, hired the only model willing to expose so much model, a 19-year-old nude dancer from the Casino de Paris named Micheline Bernardini. She put on the four small patches he had strung together and showed the fashion world the female belly button.

The summer of 1946 was a season of freedom in Paris. Europe had just emerged from World War II, the beaches were clear and the liberated French were ready to carry liberation a bit further — an itsy bitsy, teeny weeny bit further, in the form of a women’s bathing costume that could just about fit into a shot glass.

A vintage photo of Micheline Bernardini, wearing the “scandalous” bikini. She received more than 500, 000 fan mail.

In this photo, Micheline Bernardini introduces the “tiny” bikini, made from only 30 inches of fabric, at the Molitor swimming pool in Paris, July 5, 1946, holding a matchbox to show off that the new swimsuit could fit entirely into it.

Réard’s innovation wasn’t the first to split women’s traditional swimwear in two. Hollywood icons and pinup models had long worn two-piece suits, as was evident under the lids of thousands of GI footlockers still being shipped home from Europe. But that navel was novel.

Kelly Killoren Bensimon, who recorded a history of the garment in “The Bikini Book,” said that last inch of midriff was fashion’s final “zone of contention.”

“We had seen Jayne Mansfield and a lot of other actresses wearing two-piece bathing suits,” Bensimon said in an interview. “But never with the navel showing. That was the scandal.”

Another Frenchman, Jacques Heim, had come out with a two-piece suit called the “Atome” three weeks before the bikini made its debut, billed as the world’s smallest swimsuit. But the atome was quickly usurped by “le bikini.”

Atom Bikini created by Jacques Heim.

The nuclear allusions might seem strange, but beautiful women were called “bombshells” in the 1940s.

“You had two-piece bathing suits in France from the 1930s on” said Valerie Steele, museum director at New York’s Fashion Institute of Technology. “But as they got skimpier, the exposure of the belly button with bikinis caused a huge uproar. And for a long time, that was really quite taboo in America. Two-piece was fine to show some midriff. But you didn’t want to show the belly button itself.”

Marlin Monroe.

Just a year after the debut of the bikini many, including actress Marilyn Monroe seen here in 1947 at age 21, still opted for the non-navel bearing, more demure, two-piece style.

Archive about the history of Bikini.

#It’s time to baptize

Update 19/04/22: I was thinking today about Jesus because yesterday i read the bible about him and also today. And i was asking, how is that possible, power… because he said i felt power getting out of me, when the woman touched his cloth…. and in a moment the Revelation came from God. I was asking if he was a kind of Merlin, that received that, but not, was the power that came from God from the Sky in the moment of his baptize.

I made his path and putted myself in his place, reviving the history. To take out the doubts about the Miracles, because maybe people are/were like me, they doubt about the miracles, if he really cured people, that’s why people are so reluctant in go out of that lifestyle and to convert themselves to JESUS. All of us must to do this migration of what we are doing now to accept Jesus as our savior. (Do it to IT). Serve GOD is a Honor. Not something to be shame of. It’s a joy!

In that moment of his Baptize, by the prophet John Baptist the promised one to baptize him in the WATER, the Sky was oppened and the Holy Spirit descended on Him in a bodily form like a dove. And a voice came from heaven: “You are My beloved Son; in You I am well pleased.”

From the baptism he was given power to heal the diseases. So, every Christian baptized in the name of Jesus Christ in the water receives the Power of the Holy Spirit that comes from the Sky, from GOD to expel deamons.

So, when he died he told to the Apostles to wait the Saint Spirit of GOD come from the Sky. After we know that all the Apostles were baptizing and they were persecuted and killed, because they really GOT POWER from the Holy Spirit, and the DEAMONS were SCARED and angry, because they knew they would die. So, all this time until here the Christians were persecuted because the DEAMONS go inside of the King’s bodys and all the autorithies that made pact with the DEVIL. It’s a Spiritual WAR that is happening all this time until here, in 2022. So, since there, the falling Angels are lying to people on Earth.

Very interesting: In Luke 10 Jesus reveal, the moment when Satan was thrown to EARTH.

Luke 10 

16 “He who listens to you is listening to me; he who rejects you is rejecting me; but he who rejects me is rejecting him who sent me.”
17 The seventy-two (people) returned joyfully and said, “Lord, even the demons submit to us in your name.”
18 He replied, “I saw Satan falling like lightning from heaven.

18″Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago.

Here below i took a part from the internet where you can see the translation in the Bible is EU VIA, this is not right, it’s like you wanna say that you USED to SEE SATAN falling from the Sky. Google translates VIA like SAW. But, it’s not the same meaning.

I have many Bibles, and in these Bibles it’s written – Eu via Satanás caindo do céu como relâmpago. I have one that says – I SEE Satan already fallen like lightning from heaven..like it was a future event to happen.

This changes the whole meaning, because what he wanted to say is I SAW in that moment or few moments ago Satan falling from the SKY when he reported the fact to the 72 apostles, he didn’t mentioned the Angels, but he said (I SAW).

So, in that moment Michael was fighting against Satan and cast out him and his Angels to EARTH, this is described in the Apocalipse – Revelation.

Here in Revelation 12:7-9 says:

And there was war in heaven: Michael and his angels fought against the dragon; and the dragon fought and his angels,

And prevailed not; neither was their place found any more in heaven.

And the great dragon was cast out, that old serpent, called the Devil, and Satan, which deceiveth the whole world: he was cast out into the earth, and his angels were cast out with him.

In the sky constantly he throws rays here, like it’s trying to explain something…

Sobre Cálculo de Preços e Arrecadação tributária, Brasil está acima da média com 36%. O ideal seria tributação de 20%.

Estou estudando desde que cheguei aqui o nível de inflação sobre os produtos. A variação é mensal. Não há preços fixos dos produtos no supermercado. Há fraude nas balanças e as variações pra cima criadas nos bairros também demonstra que as pessoas não tem noção de como calcular o preço de venda. O preço do kilo do Tomate encontrei no bairro de R$18.00 e R$12,00. No supermercado o preço é de R$6.99.

O correto seria que nos bairros os preços fossem mais baratos que nos supermercados, pois a maioria não paga os impostos e taxas pagos pelos supermercados, como por exemplo grande número de funcionários, energia, aluguel, água.

Um dado interessante sobre a Tributação do nosso país:

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) realiza periodicamente estudo
sobre a carga tributária brasileira, tendo verificado que, em 2011, o PIB foi um pouco
maior que 4 trilhões, e que a arrecadação tributária chegou a quase 1,5 trilhão de reais,
o que implicou uma carga tributária de 36,02% do PIB. Segundo o mesmo instituto, em
2012, a arrecadação foi ainda maior, chegando a 1,59 trilhão de reais, equivalentes a
36,27% do PIB.

Ou seja, os preços para alimentação, vestuário, energia, água estão muito altos. Deveria ser pelo menos 50% mais barato.

Há um erro de cálculo de preços. Se há alguém ganhando nos preços é dentro do próprio Brasil, na Europa os preços dos produtos não são caros. Brasil não é grande importador, ele produz praticamente tudo na sua cadeia de abastecimento, pra piorar, os donos de supermercado compram em Atacado, o que sai mais barato ainda. O preço de venda para o consumidor deveria despencar.

Todos os envolvidos na Cadeia de Abastecimento deveriam consertar os seus preços. Começando pelo preço do Aluguel de imóvel. O menor sem dúvida é o salário mínimo, que pelos padrões da economia brasileira o salário mínimo deveria ser pelo menos R$2.500 reais.

Brasil um país sem Sapatos

Eu fui comprar um tênis pra mim, que eu destruí o meu atual pros ciganos não roubarem, eu pintei ele antes de vir e não gostei do resultado. 🙂 Ele é ótimo, é bem leve, flexível e semi ortopédico. É desenhado pro pé. A paumilha também é feita no formato adequado pra modelar o pé.

Eu comprei um tênis na C&A que dentro é reto, ele não tem uma certa elevação que favoreça a coluna, ou seja, sinto dores na hora de andar, quase destruiu meu pé. Na loja eu não consegui identificar que seria tamanho o prejuízo, mas eu quis arriscar. Tô impressionada porque experimentei três modelos e os três não gostei. Se você quer um tênis da C&A tem que desenbolsar pelo menos R$100.00 e os de R$100,00 também são estranhos. Não tem bom design e nem conforto. Os sapatos de todas as lojas são até bonitos por fora mas na hora de andar causa dano ao seu corpo. Há algo errado. Estão nos vendendo produtos que causam danos à nossa saúde. O Brasileiro não tem consciência do que é um bom tênis ou bom sapato. Isso é fato. Deveria ser feitos testes na indústria de pelo menos 1 semana com cada modelo para ver o resultado, se não fosse de acordo, nem produziria por exemplo. Deveria se ter uma Agência reguladora para a produção de calçados, seja importados da Turquia ou China.

Na Bulgária acontecia isso comigo também, eu experimentava vários, mas o bom era raro de se encontrar. Não é tanto o preço porque até os caros não eram confortáveis por dentro. Os sapatos de lá eram importados da Turquia. Comprei uma bota estilo Cartepillar que pode ser usada no outono/inverno, depois que começei a usar constatei que o solado do sapato veio fraudado, no inverno eu poderia cair no gelo e até quebrar a coluna por exemplo.

Fica aí a dica pra se rever toda essa indústria de produtos que não servem. Os compradores também tem de ficar alertas. Imagina limpar todo esse lixo de Sapatos que temos no País, milhões de sapatos que só machucam os pés. Indústria de Sapatos Sadomasoquista.

#Never enough

These are great suggestions for your weekend.